Salário Emocional

Publicado em: 22/11/2021

A felicidade do seu colaborador tem preço? Sim! Mas não precisa ser tão caro!

Falar sobre salário logo remete a questões monetárias, mas, o salário emocional pouco tem a ver com isso. Entenda mais sobre como aplicá-lo à realidade da sua empresa!

Já está se tornando um pensamento arcaico imaginar que o salário é tudo que um colaborador precisa! No modelo de trabalho anterior, presencial, essa forma de pensar já era um pouco antiquada, imagine agora, que tudo mudou.

Com a chegada de novos desafios, os gestores precisam criar novas formas de atender às expectativas – não só financeiras – dos colaboradores, principalmente agora, com muitas empresas aderindo ao sistema remoto e a um novo modelo de mercado, em que há uma preocupação maior com a saúde dos colaboradores, treinamento e desenvolvimento e motivação em tempos de crise.

As necessidades dos colaboradores são maiores, e não demandam apenas dinheiro.

O que é salário emocional?
Além do horizonte existe um lugar no qual os sentimentos dos colaboradores em relação ao emprego vão além da remuneração mensal. Ou seja, o salário emocional seria todo aquele benefício alinhado com a saúde do profissional, que, em ‘tempos remotos’, exige um olhar mais cuidadoso, prevenindo-os de doenças como burnout, depressão e ansiedade.

Além disso, o salário emocional contribui para manter os colaboradores mais motivados. Quando se promove um ambiente de trabalho agradável, uma vontade de “vestir a camisa” da empresa, o profissional tende a pensar ‘além do dinheiro’ e um pouco mais no quanto seus resultados são recompensadores.

Quanto custa? (Quais os benefícios?)
A oportunidade de crescimento dentro da empresa, se desenvolvendo como um profissional de alto desempenho, é um dos fatores que compõem o salário emocional, e não custa caro! Na verdade, trata-se mais de apoio ao seu funcionário, são ações que atendem às necessidades de fatores emocionais e motivacionais e que acabam fazendo com que as pessoas gostem de estar ali, na empresa.

  • Bem-estar
    A proximidade da gestão às pessoas faz com que os colaboradores se sintam mais motivados e acolhidos e que seu trabalho está, também, sendo reconhecido. Consequentemente, isso causa uma redução nos níveis de estresse.
  • Desenvolvimento
    A oportunidade de desenvolvimento de novas habilidades incentiva o colaborador a enxergar por uma perspectiva de ‘ir ao infinito e além’, em vez de trabalhar no automático para chegar no fim do mês e receber o salário.
  • Treinamento de competências
    Oferecer treinamento é uma estratégia de salário emocional que, sem dúvida, é uma grande forma de engajamento dos profissionais, por fazer com que se sintam mais motivados a aprender sempre mais, o que traz benefícios para ele e para a empresa.
  • Avaliação de desempenho
    Para garantir que as competências estejam alinhadas com sua organização, através de uma avaliação, a gestão analisa como elas interagem em sua empresa. O foco dessa avaliação é analisar os comportamentos dos seus colaboradores e como eles se relacionam de forma clara e transparente.

Põe na balança!
É preciso saber se os seus investimentos em um salário emocional estão equilibrados com o salário monetário. Qual pesa mais?

Se existe um ‘peso’ maior, reavalie as condições da gestão para sempre manter a balança nivelada entre os dois, assim, cada vez mais deixamos para trás aquele pensamento de que ‘dinheiro é tudo na vida’.