A autogestão tem ganhado cada vez mais espaço no ambiente corporativo, especialmente com a ascensão do trabalho remoto. Durante a pandemia, muitas empresas precisaram se adaptar rapidamente a um modelo em que as equipes trabalham de forma independente, sem um líder fiscalizando cada etapa dos processos.
Mas, afinal, o que é autogestão e como aplicá-la para tornar a equipe mais produtiva e engajada? Vamos explorar esse conceito e entender como sua empresa pode utilizá-lo para impulsionar resultados!
Muitas pessoas confundem autogestão com gestão horizontal, mas são conceitos diferentes.
Na autogestão, há um líder que pode validar algumas decisões, mas os profissionais têm autonomia para tocar seus projetos de forma independente.
Na gestão horizontal, não há hierarquia e todos têm o mesmo poder de decisão.
Ou seja, a autogestão é um caminho para a gestão horizontal, pois permite que a equipe desenvolva confiança e capacidade de tomar decisões sem depender da aprovação do líder a todo momento.
Aumento da produtividade → Menos tempo aguardando aprovações e mais ação.
Maior engajamento → Os colaboradores se sentem responsáveis pelos resultados.
Tomada de decisões mais ágil → Redução da burocracia e otimização dos processos.
Desenvolvimento de soft skills → Como autonomia, responsabilidade e comunicação eficaz.
Caminho para a inovação → Com mais liberdade, as equipes testam novas ideias sem medo de errar.
Um estudo da Consultoria Mercer revelou que 62% dos líderes acreditam que a capacidade de autogerenciamento será essencial para as próximas gerações de profissionais.
Então, como sua empresa pode se adaptar a essa tendência?
A transição para um modelo de autogestão exige mudanças culturais e estruturais dentro da empresa. Veja algumas estratégias para colocar esse conceito em prática:
O trabalho remoto e a autogestão só funcionam bem quando há uma comunicação eficaz entre os times.
Crie rituais de alinhamento, como reuniões diárias, semanais ou quinzenais.
Use ferramentas de colaboração como Slack, Microsoft Teams e Asana para acompanhar os projetos.
Deixe claro os objetivos e expectativas, garantindo que todos saibam seu papel dentro da equipe.
Dica: A comunicação deve ser usada para alinhar e apoiar, e não para microgerenciar o trabalho dos colaboradores.
Os colaboradores precisam se sentir seguros para tomar decisões sem depender constantemente de um superior.
Defina papéis e responsabilidades de forma clara para que cada um saiba até onde pode decidir.
Crie um ambiente seguro para experimentação, sem punições severas para erros.
Dê espaço para que os funcionários sugiram soluções e inovem nos processos.
Exemplo Prático: No lugar de pedir aprovações para cada detalhe de um projeto, estabeleça diretrizes gerais e deixe que a equipe decida o melhor caminho para a execução.
Os colaboradores precisam se sentir seguros para tomar decisões sem depender constantemente de um superior.
Defina papéis e responsabilidades de forma clara para que cada um saiba até onde pode decidir.
Crie um ambiente seguro para experimentação, sem punições severas para erros.
Dê espaço para que os funcionários sugiram soluções e inovem nos processos.
Exemplo Prático: No lugar de pedir aprovações para cada detalhe de um projeto, estabeleça diretrizes gerais e deixe que a equipe decida o melhor caminho para a execução.
O trabalho do RH é essencial para a construção de uma equipe que consiga se autogerenciar.
Durante os processos seletivos, utilize testes comportamentais para identificar profissionais com perfil proativo e autorresponsável.
Priorize soft skills como: autonomia, resolução de problemas, colaboração e comunicação.
Inclua perguntas que avaliem a capacidade do candidato de trabalhar sem supervisão constante.
Exemplo de pergunta em entrevistas:
“Me conte sobre um momento em que você precisou tomar uma decisão importante sem consultar um superior. Como você lidou com isso?”
A autogestão não acontece da noite para o dia – ela é um processo que exige capacitação contínua.
Ofereça treinamentos para desenvolver habilidades como organização, produtividade e inteligência emocional.
Utilize plataformas de eLearning para incentivar a autoaprendizagem e a qualificação contínua.
Crie um programa de mentoria para ajudar os colaboradores a se adaptarem ao novo modelo de gestão.
Dica: A Happmobi preparou um curso especial sobre Protagonismo no Ambiente Corporativo – uma excelente opção para ajudar sua equipe a desenvolver autonomia no trabalho!
A autogestão é mais do que uma tendência – ela é uma necessidade para empresas que desejam se manter competitivas e preparadas para o futuro do trabalho.
Com a implementação desse modelo, as empresas podem alcançar mais produtividade, engajamento e inovação, criando um ambiente onde os colaboradores assumem o protagonismo e contribuem ativamente para o sucesso organizacional.
Agora é sua vez! Sua empresa já utiliza práticas de autogestão? Compartilhe nos comentários como está sendo essa experiência!